A Organização
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Visão Sistêmica:
- Falência do modelo institucional e de financiamento da infra-estrutura,
centralizado no Estado;
- Deterioração da infra-estrutura básica no país;
- Compromissos institucionais assumidos buscavam implantar a “competição na geração e na comercialização e livre acesso na distribuição e transmissão, que será neutra e não discriminatória” e no setor de óleo e gás, o Livre Acesso aos Dutos e Terminais;
- Modelos regulatórios para gás e energia elétrica em processo de aperfeiçoamento;
- Investidores privados em infra-estrutura ainda céticos em relação aos modelos vigentes;
- Agências regulatórias com restrições orçamentárias, quadros deficitários
e sofrendo revezes e pressões nas suas relações com o Executivo;
- Processo associativo estruturado entre os agentes e com alta influência política desde a geração até a distribuição de energia das diversas fontes, principalmente gás e hidroeletricidade.
A compreensão, mensuração e proatividade frente à estes aspectos determinará o futuro do setor produtivo brasileiro, já que a energia
está vinculada diretamente a atividade econômica do país.
Especialistas já avaliam que:
1. Há indícios de uma nova crise energética; ou
2. A energia ficará muito mais cara.

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