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	<title>Notícias &#8211; Anace Energia</title>
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	<lastBuildDate>Mon, 27 Jul 2026 15:16:01 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Jabutis proliferam para atender a interesses localizados</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/jabutis-proliferam-para-atender-a-interesses-localizados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 15:14:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[No dia 14 de julho, em votação-relâmpago, fora da pauta e com o plenário praticamente vazio, a Comissão de Infraestrutura do Senado aprovou o PL 5.017/2019. O texto original, de apenas dois artigos, concedia desconto de tarifa de eletricidade para irrigação, aquicultura e poços de água. No entanto, o senador Hermes Klann (PL-SC), designado relator [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 14 de julho, em votação-relâmpago, fora da pauta e com o plenário praticamente vazio, a Comissão de Infraestrutura do Senado aprovou o PL 5.017/2019. O texto original, de apenas dois artigos, concedia desconto de tarifa de eletricidade para irrigação, aquicultura e poços de água.</p>
<p>No entanto, o senador Hermes Klann (PL-SC), designado relator poucas horas antes, apresentou um substitutivo de 17 páginas que, na essência, resgata os &#8220;jabutis&#8221; (emendas contrabandeadas em projetos sobre outros assuntos) anteriormente inseridos na lei de privatização da Eletrobras (lei 14.182/2021), os quais, felizmente, não chegaram a ser implementados.</p>
<p>No atual PL, há um novo jabuti que obriga a contratação de térmicas inflexíveis (têm de funcionar mesmo quando há sobra de energia) movidas a gás em locais onde não há gasodutos nem falta de energia elétrica. São cinco blocos de 0,5 GW a serem instalados em locais politicamente escolhidos.</p>
<p>O PL determina também a contratação de outro bloco de térmicas inflexíveis a gás para a região Norte, porém num montante não explicitado.</p>
<p>Na atual legislatura, há uma proliferação de jabutis para atender a interesses localizados à custa do interesse comum. O resultado é o encarecimento das contas de luz e dos produtos que utilizam a eletricidade como insumo. Nossa economia perde produtividade e competitividade. Um desastre!</p>
<p>Confira <a href="https://www1.folha.uol.com.br/colunas/jerson-kelman/2026/07/jabutis-proliferam-para-atender-a-interesses-localizados.shtml">o artigo na íntegra</a>.</p>
<p>Folha de S. Paulo</p>
<p>21/07/26</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cresce o interesse de empresas brasileiras em ter operação industrial no Paraguai</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/cresce-o-interesse-de-empresas-brasileiras-em-ter-operacao-industrial-no-paraguai/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 18:41:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Empresas brasileiras de diferentes setores instalaram unidades fabris no Paraguai nos últimos anos e, agora, um número crescente de companhias tem se informado e avaliado seguir o mesmo movimento. O Regime de Maquila paraguaio, de tributação simplificada, e encargos trabalhistas mais baixos despertaram o interesse de grupos nacionais, que enxergam no país vizinho a chance [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Empresas brasileiras de diferentes setores instalaram unidades fabris no Paraguai nos últimos anos e, agora, um número crescente de companhias tem se informado e avaliado seguir o mesmo movimento.</p>
<p>O Regime de Maquila paraguaio, de tributação simplificada, e encargos trabalhistas mais baixos despertaram o interesse de grupos nacionais, que enxergam no país vizinho a chance de recuperar margens e se tornar mais competitivos, também influenciados pelo fim de incentivos fiscais previsto na reforma tributária.</p>
<p>O Grupo Wyda, conhecido fabricante brasileira de embalagens de papel alumínio e filme de PVC, e a Fadel, empresa de logística e transporte rodoviário de cargas, controlada da JSL, chegaram ao Paraguai em 2019 e estão no grupo dos que operam no país vizinho há mais tempo. Lupo e Döhler, do setor de confecção e vestuário brasileiro, são casos mais recentes.</p>
<p>Entre os que avaliam seguir o movimento estão Adere, fabricante de fitas adesivas; Proeletronic, de eletrônicos para televisores, conversores e roteadores; e Bralyx, de máquinas e equipamentos para a indústria alimentícia.</p>
<p>“Ambiente econômico e político mais estável [que nos países vizinhos] e custos mais baixos de energia, mão de obra e fiscal têm atraído muitas empresas brasileiras interessadas em se instalar no país”, disse Flavio Deganutti, presidente da Paracel.</p>
<p><u>Confira aqui a íntegra da reportagem</u>.</p>
<p>LINK: <a href="https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/07/10/cresce-o-interesse-de-empresas-brasileiras-em-ter-operacao-industrial-no-paraguai.ghtml">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/07/10/cresce-o-interesse-de-empresas-brasileiras-em-ter-operacao-industrial-no-paraguai.ghtml</a></p>
<p><strong>Valor Econômico, 10/07/26</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fase prepara carta aos presidenciáveis com foco na competitividade da energia</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/fase-prepara-carta-aos-presidenciaveis-com-foco-na-competitividade-da-energia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 18:31:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.anacebrasil.org.br/?p=19685</guid>

					<description><![CDATA[O Fórum de Associações do Setor Elétrico (Fase) apresentou, no encontro Nacional do Mercado Livre (Enase), a Carta Fase, que visa garantir mais competitividade à energia elétrica em favor do desenvolvimento socioeconômico do país. O documento, que conta com a participação das 37 associações que compõem o grupo, está em fase final de elaboração. As [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Fórum de Associações do Setor Elétrico (Fase) apresentou, no encontro Nacional do Mercado Livre (Enase), a Carta Fase, que visa garantir mais competitividade à energia elétrica em favor do desenvolvimento socioeconômico do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento, que conta com a participação das 37 associações que compõem o grupo, está em fase final de elaboração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As propostas incluem limpar a conta de energia de encargos e subsídios, bem como tratar a segurança energética para reduzir custos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também propõe usar melhor a energia disponível com a evolução da rede elétrica, além de tratar do desenvolvimento da indústria, data centers, transporte e cadeia verde em geral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira a <a href="https://www.canalenergia.com.br/noticias/53349687/fase-lanca-carta-aos-presidenciaveis-com-foco-na-competitividade-da-energia">integra da reportagem do Canal Energia</a> a respeito.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A várzea do setor elétrico</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/a-varzea-do-setor-eletrico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 17:14:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.anacebrasil.org.br/?p=19680</guid>

					<description><![CDATA[Como explicar que, a despeito da fartura de energia, acaba de ser realizado um leilão para contratar usinas para ficarem à disposição do sistema, ou seja, para gerar energia apenas quando for realmente necessário, pela bagatela de até R$ 800 bilhões? Se a física não consegue esclarecer, a política tem a resposta na ponta da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Como explicar que, a despeito da fartura de energia, acaba de ser realizado um leilão para contratar usinas para ficarem à disposição do sistema, ou seja, para gerar energia apenas quando for realmente necessário, pela bagatela de até R$ 800 bilhões?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se a física não consegue esclarecer, a política tem a resposta na ponta da língua: isso se deve à escolha política deliberada de atender a lobbies setoriais em detrimento da tarefa de arrumar a bagunça do setor elétrico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema não começou com o atual ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, mas certamente se agravou sob sua gestão. Ao mesmo tempo, o Congresso replica o <em>modus operandi</em> de repassar custos aos consumidores: todo projeto de lei que chega ou sai do Legislativo visa a prorrogar subsídios que já deveriam ter acabado e assegurar essas mesmas vantagens a segmentos nascentes, caso das usinas a hidrogênio e das eólicas em alto-mar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, o consumidor paga bem mais do que deveria por energia de todo tipo: limpa ou suja, nova ou velha, em todo o Brasil e – pasmem – até mesmo no Paraguai. Essa farra promovida pelo governo, pelo Congresso e pelos lobbies precisa acabar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira <a href="https://www.estadao.com.br/opiniao/a-varzea-do-setor-eletrico/?srsltid=AfmBOopojxi0mfqhdTYGHtHmEfVauCfJM622096bVV786iJcwKpo6YSR">aqui</a> a íntegra do editorial do Estadão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Estado de S. Paulo</p>



<p class="wp-block-paragraph">12/06/26</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Maioria das distribuidoras pode ter reajustes de dois dígitos</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/maioria-das-distribuidoras-pode-ter-reajustes-de-dois-digitos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 14:41:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.anacebrasil.org.br/?p=19653</guid>

					<description><![CDATA[A conta de luz deve subir em 2026 com aumentos que podem superar dois dígitos em algumas regiões e pressão adicional com o acionamento das bandeiras tarifárias já a partir de maio, o que tende a elevar ainda mais o custo para os consumidores. Até o momento, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A conta de luz deve subir em 2026 com aumentos que podem superar dois dígitos em algumas regiões e pressão adicional com o acionamento das bandeiras tarifárias já a partir de maio, o que tende a elevar ainda mais o custo para os consumidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até o momento, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou reajustes para 11 concessionárias, com efeitos médios que variam de 5,40% a 24,13%. Contudo, há cerca de 40 distribuidoras que ainda vão passar por processos tarifários neste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estimativa da Aneel, de março, aponta que as tarifas devem subir, em média, 8% em 2026, acima das projeções para os principais indicadores de inflação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A projeção não considera o uso de recursos da repactuação do Uso de Bem Público (UBP). O valor total a ser repactuado é de R$ 7,87 bilhões, e mesmo sem aprovação do critério da divisão dos recursos, a agência antecipou os recursos em processos tarifários aprovados recentemente. A projeção da Aneel é que o valor total leve a uma redução de 2,9% no efeito médio Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro alívio pontual poderá vir da distribuição do bônus de Itaipu no segundo semestre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira a íntegra da reportagem <a href="https://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/04/24/conta-de-luz-com-alta-acima-de-10-sera-comum-este-ano.ghtml">aqui</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Valor Econômico</p>



<p class="wp-block-paragraph">24/04/26</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TR Soluções prevê encargo de reserva de capacidade em R$ 78/MWh em 2032</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/tr-solucoes-preve-encargo-de-reserva-de-capacidade-em-r-78-mwh-em-2032/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 14:29:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.anacebrasil.org.br/?p=19650</guid>

					<description><![CDATA[O Leilão de Reserva de Capacidade (LRCap) deve ter impacto mais relevante nos custos das indústrias eletrointensivas. Segundo análise da TR Soluções, para o consumidor residencial (subgrupo B1), o efeito percebido representa um incremento médio de 7,5% em 2032. Ao avançar para a média tensão (subgrupo A4), o impacto pode chegar a 10,3%. Já os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Leilão de Reserva de Capacidade (LRCap) deve ter impacto mais relevante nos custos das indústrias eletrointensivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Segundo análise da TR Soluções, para o consumidor residencial (subgrupo B1), o efeito percebido representa um incremento médio de 7,5% em 2032. Ao avançar para a média tensão (subgrupo A4), o impacto pode chegar a 10,3%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Já os grandes consumidores industriais conectados em alta tensão (subgrupo A2) podem observar um reflexo de 13,5% em suas tarifas em comparação ao cenário sem os leilões de capacidade realizados em março de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>No mercado livre de energia, por sua vez, o efeito será direto sobre o ERCap, que deve saltar dos atuais R$ 7/MWh para cerca de R$ 78/MWh em 2032, elevando significativamente o custo da energia para consumidores livres.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Confira a íntegra da reportagem <a href="https://megawhat.uol.com.br/mercado-energetico/tr-solucoes-preve-encargo-de-reserva-de-capacidade-em-r-78-mwh-em-2032/">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Contra os lobbies da energia, barricadas nos quintais</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/contra-os-lobbies-da-energia-barricadas-nos-quintais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 18:12:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.anacebrasil.org.br/?p=19637</guid>

					<description><![CDATA[Desde 2022, tanto o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) quanto a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) vêm sinalizando a necessidade de contratação de capacidade. Houve tempo suficiente para estruturar leilões com antecedência, para garantir ampla competição entre ativos existentes e novos empreendimentos, além de permitir um desenho baseado em neutralidade tecnológica e orientado pelas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Desde 2022, tanto o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) quanto a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) vêm sinalizando a necessidade de contratação de capacidade. Houve tempo suficiente para estruturar leilões com antecedência, para garantir ampla competição entre ativos existentes e novos empreendimentos, além de permitir um desenho baseado em neutralidade tecnológica e orientado pelas necessidades sistêmicas. A realização de leilões anuais também poderia ter estimulado uma dinâmica competitiva mais eficiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, sem sinais econômicos adequados de demanda, e depois de mais de três anos de idas e vindas, disputas jurídicas e revisões de parâmetros de última hora, optou-se por uma contratação “a qualquer preço”, com limitada concorrência entre tecnologias, com uma promessa de custo diluído e pouco perceptível no curto prazo. O resultado foi bem diferente: em um único movimento, aproximadamente R$ 0,5 trilhão foram transferidos para a conta dos consumidores, com potencial de elevar as tarifas, em média, em cerca de 9% até 2031 e impacto da mesma ordem no mercado livre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado é, no mínimo, irônico. O sinal econômico decorrente do LRCAP tende a acelerar ainda mais a expansão da MMGD, justamente o segmento que intensifica a rampa de carga e amplia a necessidade de flexibilidade operativa, uma vez que, diante da elevação tarifária, consumidores buscam alternativas para reduzir sua exposição ao sistema. A solução proposta para o problema não só vai sair cara, como tende a aprofundá-lo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://valor.globo.com/opiniao/coluna/contra-os-lobbies-da-energia-barricadas-nos-quintais.ghtml">Confira a íntegra do artigo</a> do professor de mercados de energia da Escola Politécnica da USP e ex-diretor da EPE, Erik Rego.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Valor Econômico</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>08/04/26</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Governo busca ‘jeitinho’ pra segurar a conta de luz. Mas não existe almoço grátis</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/governo-busca-jeitinho-pra-segurar-a-conta-de-luz-mas-nao-existe-almoco-gratis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 13:35:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.anacebrasil.org.br/?p=19587</guid>

					<description><![CDATA[Com projeções apontando para aumentos de dois dígitos na conta de luz neste ano, o Governo está pedindo à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) que segure processos de reajustes de distribuidoras enquanto estuda alternativas.&#160; Medidas para conter o avanço das tarifas de energia se tornaram comuns já há algum tempo – ainda mais perto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Com projeções apontando para aumentos de dois dígitos na conta de luz neste ano, o Governo está pedindo à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) que segure processos de reajustes de distribuidoras enquanto estuda alternativas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Medidas para conter o avanço das tarifas de energia se tornaram comuns já há algum tempo – ainda mais perto de eleições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desta vez, o Ministério de Minas e Energia disse à Aneel que postergar as próximas decisões tarifárias “permitirá a adequada conclusão das análises e a eventual consideração de medidas que possam contribuir para uma solução mais equilibrada.”&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministério de Alexandre Silveira enviou um ofício à agência em que diz estar “buscando soluções que preservem o equilíbrio regulatório sem impor ônus excessivo à população.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Virou moda,” disse Raphael Gomes, sócio do escritório Lefosse Advogados, lembrando que houve diversas tentativas de conter as tarifas desde 2012, no Governo Dilma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Qualquer empréstimo agora volta lá na frente como encargo ou tarifa, como foi em ocasiões anteriores,” disse o CEO da consultoria PSR, Luiz Barroso. “Não tem almoço grátis.”&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A íntegra da reportagem está disponível <a href="https://braziljournal.com/governo-busca-jeitinho-pra-segurar-a-conta-de-luz-mas-nao-existe-almoco-gratis/">aqui</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Brasil Journal</p>



<p class="wp-block-paragraph">30/03/26</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nem mercado, nem planejamento, a expansão é por subsídio</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/nem-mercado-nem-planejamento-a-expansao-e-por-subsidio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 18:01:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.anacebrasil.org.br/?p=19582</guid>

					<description><![CDATA[Alexandre Street Em artigo sobre o leilão de reserva de capacidade (LRCAP) realizado no dia 18 de março de 2026, o professor da PUC-Rio Alexandre Street destaca que existem basicamente duas visões legítimas e bem fundamentadas sobre como realizar a expansão da geração: 1) de um lado, aqueles que confiam nos mecanismos de mercado, nos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Alexandre Street</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em artigo sobre o leilão de reserva de capacidade (LRCAP) realizado no dia 18 de março de 2026, o professor da PUC-Rio Alexandre Street destaca que existem basicamente duas visões legítimas e bem fundamentadas sobre como realizar a expansão da geração:</p>



<p class="wp-block-paragraph">1) de um lado, aqueles que confiam nos mecanismos de mercado, nos sinais de preço e na interação entre oferta e demanda para revelar custos e orientar investimentos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">2) de outro, aqueles que defendem o planejamento centralizado, apoiado em modelos capazes de internalizar restrições, incertezas e complementaridades entre fontes e infraestrutura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar das diferenças, ambas as correntes convergem em princípios essenciais, como transparência, decisões tecnicamente fundamentadas, eficiência e foco no consumidor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A divergência está no caminho para chegar lá e, sobretudo, em quem deve deter a informação necessária e arcar com as responsabilidades para guiar essas decisões. O problema é que, no vácuo dessa divergência ainda não resolvida, o caminho que começa a se consolidar por meio dos leilões de capacidade não representa adequadamente nenhuma dessas duas abordagens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No dia 18 de março de 2026, escolhemos uma nova forma de expandir o sistema, uma que não é nem baseada em mercado, nem em planejamento integrado, mas via subsídios de longo prazo conferidos a fontes pré-selecionadas de forma administrativa e discricionária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo completo está disponível <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/infra/nem-mercado-nem-planejamento-a-expansao-e-por-subsidio/">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A urgente reforma do setor elétrico</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/a-urgente-reforma-do-setor-eletrico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 16:25:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.anacebrasil.org.br/?p=19499</guid>

					<description><![CDATA[A partir de 2012, com a interrupção da construção de novos reservatórios, o país passou a depender cada vez mais de fontes renováveis intermitentes para suprir o crescimento do consumo. Diferentemente das demais fontes, elas fornecem energia, mas consomem flexibilidade do sistema devido à natureza intermitente de seus recursos. Mas, além da ausência de preços [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A partir de 2012, com a interrupção da construção de novos reservatórios, o país passou a depender cada vez mais de fontes renováveis intermitentes para suprir o crescimento do consumo. Diferentemente das demais fontes, elas fornecem energia, mas consomem flexibilidade do sistema devido à natureza intermitente de seus recursos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, além da ausência de preços para serviços ancilares, o modelo setorial atual define o preço de curto prazo da eletricidade no atacado com um dia de antecedência. Isso faz com que todos os erros entre o que foi previsto e o que efetivamente ocorreu de um dia para o outro, bem como a maior parte dos custos das ações operativas realizadas para corrigi-los, sejam pagos por fora do mercado. Nesse desenho, não cobramos o custo causado por aqueles que introduzem incerteza no sistema nem remuneramos aqueles que ajudam a endereçá-la.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A essas distorções soma-se o atalho perigoso adotado por meio de subsídios para garantir que as fontes renováveis conseguissem se instalar e prosperar frente às fontes convencionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É nesse cenário, em que o preço de curto prazo já não representa mais a realidade do sistema, que a competição deixa de operar em benefício de todos e passa a se dar em torno de subsídios. No caos econômico e regulatório, o poder do lobby ocupa o lugar da inteligência de mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A solução estrutural dos problemas atuais está muito mais associada à redução gradual, mas célere, de subsídios, à aproximação do PLD à operação em tempo real, à criação de mercados de serviços ancilares e ao desenvolvimento de novos instrumentos e canais de gestão de risco do que aos atuais leilões de capacidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://valor.globo.com/opiniao/coluna/a-urgente-reforma-do-setor-eletrico.ghtml">Confira a íntegra do artigo do professor Alexandre Street publicado no Valor Econômico</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Valor Econômico</p>



<p class="wp-block-paragraph">24/02/26</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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