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	<title>Notícias &#8211; Anace Energia</title>
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		<title>Contra os lobbies da energia, barricadas nos quintais</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/contra-os-lobbies-da-energia-barricadas-nos-quintais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 18:12:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Desde 2022, tanto o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) quanto a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) vêm sinalizando a necessidade de contratação de capacidade. Houve tempo suficiente para estruturar leilões com antecedência, para garantir ampla competição entre ativos existentes e novos empreendimentos, além de permitir um desenho baseado em neutralidade tecnológica e orientado pelas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Desde 2022, tanto o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) quanto a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) vêm sinalizando a necessidade de contratação de capacidade. Houve tempo suficiente para estruturar leilões com antecedência, para garantir ampla competição entre ativos existentes e novos empreendimentos, além de permitir um desenho baseado em neutralidade tecnológica e orientado pelas necessidades sistêmicas. A realização de leilões anuais também poderia ter estimulado uma dinâmica competitiva mais eficiente.</p>



<p>Entretanto, sem sinais econômicos adequados de demanda, e depois de mais de três anos de idas e vindas, disputas jurídicas e revisões de parâmetros de última hora, optou-se por uma contratação “a qualquer preço”, com limitada concorrência entre tecnologias, com uma promessa de custo diluído e pouco perceptível no curto prazo. O resultado foi bem diferente: em um único movimento, aproximadamente R$ 0,5 trilhão foram transferidos para a conta dos consumidores, com potencial de elevar as tarifas, em média, em cerca de 9% até 2031 e impacto da mesma ordem no mercado livre.</p>



<p>O resultado é, no mínimo, irônico. O sinal econômico decorrente do LRCAP tende a acelerar ainda mais a expansão da MMGD, justamente o segmento que intensifica a rampa de carga e amplia a necessidade de flexibilidade operativa, uma vez que, diante da elevação tarifária, consumidores buscam alternativas para reduzir sua exposição ao sistema. A solução proposta para o problema não só vai sair cara, como tende a aprofundá-lo.</p>



<p><a href="https://valor.globo.com/opiniao/coluna/contra-os-lobbies-da-energia-barricadas-nos-quintais.ghtml">Confira a íntegra do artigo</a> do professor de mercados de energia da Escola Politécnica da USP e ex-diretor da EPE, Erik Rego.</p>



<p><strong>Valor Econômico</strong></p>



<p><strong>08/04/26</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Governo busca ‘jeitinho’ pra segurar a conta de luz. Mas não existe almoço grátis</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/governo-busca-jeitinho-pra-segurar-a-conta-de-luz-mas-nao-existe-almoco-gratis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 13:35:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Com projeções apontando para aumentos de dois dígitos na conta de luz neste ano, o Governo está pedindo à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) que segure processos de reajustes de distribuidoras enquanto estuda alternativas.&#160; Medidas para conter o avanço das tarifas de energia se tornaram comuns já há algum tempo – ainda mais perto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com projeções apontando para aumentos de dois dígitos na conta de luz neste ano, o Governo está pedindo à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) que segure processos de reajustes de distribuidoras enquanto estuda alternativas.&nbsp;</p>



<p>Medidas para conter o avanço das tarifas de energia se tornaram comuns já há algum tempo – ainda mais perto de eleições.</p>



<p>Desta vez, o Ministério de Minas e Energia disse à Aneel que postergar as próximas decisões tarifárias “permitirá a adequada conclusão das análises e a eventual consideração de medidas que possam contribuir para uma solução mais equilibrada.”&nbsp;</p>



<p>O ministério de Alexandre Silveira enviou um ofício à agência em que diz estar “buscando soluções que preservem o equilíbrio regulatório sem impor ônus excessivo à população.”</p>



<p>“Virou moda,” disse Raphael Gomes, sócio do escritório Lefosse Advogados, lembrando que houve diversas tentativas de conter as tarifas desde 2012, no Governo Dilma.</p>



<p>“Qualquer empréstimo agora volta lá na frente como encargo ou tarifa, como foi em ocasiões anteriores,” disse o CEO da consultoria PSR, Luiz Barroso. “Não tem almoço grátis.”&nbsp;</p>



<p>A íntegra da reportagem está disponível <a href="https://braziljournal.com/governo-busca-jeitinho-pra-segurar-a-conta-de-luz-mas-nao-existe-almoco-gratis/">aqui</a>.</p>



<p>Brasil Journal</p>



<p>30/03/26</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nem mercado, nem planejamento, a expansão é por subsídio</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/nem-mercado-nem-planejamento-a-expansao-e-por-subsidio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 18:01:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.anacebrasil.org.br/?p=19582</guid>

					<description><![CDATA[Alexandre Street Em artigo sobre o leilão de reserva de capacidade (LRCAP) realizado no dia 18 de março de 2026, o professor da PUC-Rio Alexandre Street destaca que existem basicamente duas visões legítimas e bem fundamentadas sobre como realizar a expansão da geração: 1) de um lado, aqueles que confiam nos mecanismos de mercado, nos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Alexandre Street</em></p>



<p>Em artigo sobre o leilão de reserva de capacidade (LRCAP) realizado no dia 18 de março de 2026, o professor da PUC-Rio Alexandre Street destaca que existem basicamente duas visões legítimas e bem fundamentadas sobre como realizar a expansão da geração:</p>



<p>1) de um lado, aqueles que confiam nos mecanismos de mercado, nos sinais de preço e na interação entre oferta e demanda para revelar custos e orientar investimentos;</p>



<p>2) de outro, aqueles que defendem o planejamento centralizado, apoiado em modelos capazes de internalizar restrições, incertezas e complementaridades entre fontes e infraestrutura.</p>



<p>Apesar das diferenças, ambas as correntes convergem em princípios essenciais, como transparência, decisões tecnicamente fundamentadas, eficiência e foco no consumidor.</p>



<p>A divergência está no caminho para chegar lá e, sobretudo, em quem deve deter a informação necessária e arcar com as responsabilidades para guiar essas decisões. O problema é que, no vácuo dessa divergência ainda não resolvida, o caminho que começa a se consolidar por meio dos leilões de capacidade não representa adequadamente nenhuma dessas duas abordagens.</p>



<p>No dia 18 de março de 2026, escolhemos uma nova forma de expandir o sistema, uma que não é nem baseada em mercado, nem em planejamento integrado, mas via subsídios de longo prazo conferidos a fontes pré-selecionadas de forma administrativa e discricionária.</p>



<p>O artigo completo está disponível <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/infra/nem-mercado-nem-planejamento-a-expansao-e-por-subsidio/">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A urgente reforma do setor elétrico</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/a-urgente-reforma-do-setor-eletrico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 16:25:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A partir de 2012, com a interrupção da construção de novos reservatórios, o país passou a depender cada vez mais de fontes renováveis intermitentes para suprir o crescimento do consumo. Diferentemente das demais fontes, elas fornecem energia, mas consomem flexibilidade do sistema devido à natureza intermitente de seus recursos. Mas, além da ausência de preços [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A partir de 2012, com a interrupção da construção de novos reservatórios, o país passou a depender cada vez mais de fontes renováveis intermitentes para suprir o crescimento do consumo. Diferentemente das demais fontes, elas fornecem energia, mas consomem flexibilidade do sistema devido à natureza intermitente de seus recursos.</p>



<p>Mas, além da ausência de preços para serviços ancilares, o modelo setorial atual define o preço de curto prazo da eletricidade no atacado com um dia de antecedência. Isso faz com que todos os erros entre o que foi previsto e o que efetivamente ocorreu de um dia para o outro, bem como a maior parte dos custos das ações operativas realizadas para corrigi-los, sejam pagos por fora do mercado. Nesse desenho, não cobramos o custo causado por aqueles que introduzem incerteza no sistema nem remuneramos aqueles que ajudam a endereçá-la.</p>



<p>A essas distorções soma-se o atalho perigoso adotado por meio de subsídios para garantir que as fontes renováveis conseguissem se instalar e prosperar frente às fontes convencionais.</p>



<p>É nesse cenário, em que o preço de curto prazo já não representa mais a realidade do sistema, que a competição deixa de operar em benefício de todos e passa a se dar em torno de subsídios. No caos econômico e regulatório, o poder do lobby ocupa o lugar da inteligência de mercado.</p>



<p>A solução estrutural dos problemas atuais está muito mais associada à redução gradual, mas célere, de subsídios, à aproximação do PLD à operação em tempo real, à criação de mercados de serviços ancilares e ao desenvolvimento de novos instrumentos e canais de gestão de risco do que aos atuais leilões de capacidade.</p>



<p><a href="https://valor.globo.com/opiniao/coluna/a-urgente-reforma-do-setor-eletrico.ghtml">Confira a íntegra do artigo do professor Alexandre Street publicado no Valor Econômico</a>.</p>



<p>Valor Econômico</p>



<p>24/02/26</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Subsídio para painéis solares responde por 5,7% da conta de luz, mostram dados da Aneel</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/subsidio-para-paineis-solares-responde-por-57-da-conta-de-luz-mostram-dados-da-aneel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 19:20:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.anacebrasil.org.br/?p=19400</guid>

					<description><![CDATA[O subsídio para os&#160;painéis solares&#160;instalados em casas e comércios respondeu em 2025 por 5,74% do valor pago por consumidores na conta de luz por meio de acréscimos na tarifa, de acordo com dados obtidos a partir do portal&#160;Subsidiômetro, da&#160;Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Segundo informações do portal, no ano passado os subsídios à&#160;geração distribuída&#160;—que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O subsídio para os&nbsp;painéis solares&nbsp;instalados em casas e comércios respondeu em 2025 por 5,74% do valor pago por consumidores na conta de luz por meio de acréscimos na tarifa, de acordo com dados obtidos a partir do portal&nbsp;Subsidiômetro, da&nbsp;Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).</p>



<p>Segundo informações do portal, no ano passado os subsídios à&nbsp;geração distribuída&nbsp;—que abrange os painéis solares— somaram R$ 16,15 bilhões. No total, representaram 32% dos subsídios totais, que foram de R$ 54,7 bilhões.</p>



<p>O cálculo para chegar aos 5,74% leva em consideração o peso de subsídios na conta de luz, que foi de 17,96% em 2025. Em 2024, o percentual era de 3,27%, enquanto no ano anterior foi de 2,29%.</p>



<p>Confira a íntegra da reportagem <a href="https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painel/2026/01/subsidio-para-paineis-solares-responde-por-57-da-conta-de-luz-mostram-dados-da-aneel.shtml">aqui</a>.</p>



<p><strong>Folha de S. Paulo</strong></p>



<p><strong>15/1/25</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Apesar de alta geração solar, país tem risco de blecaute</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/apesar-de-alta-geracao-solar-pais-tem-risco-de-blecaute/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2026 14:19:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.anacebrasil.org.br/?p=19393</guid>

					<description><![CDATA[A grande quantidade de energia solar do país reacendeu um debate recente sobre os riscos de blecaute, especialmente em fins de semana e feriados, quando o consumo é menor.&#160;&#160; Tecnicamente, o sistema elétrico funciona de forma equilibrada. Geração e consumo de energia devem corresponder ao mesmo volume. Gerar mais ou menos do que o país [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A grande quantidade de energia solar do país reacendeu um debate recente sobre os riscos de blecaute, especialmente em fins de semana e feriados, quando o consumo é menor.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Tecnicamente, o sistema elétrico funciona de forma equilibrada. Geração e consumo de energia devem corresponder ao mesmo volume. Gerar mais ou menos do que o país consome significa uma rede elétrica desestabilizada e risco de blecaute.&nbsp;</p>



<p>Para o consultor Edvaldo Santana, o sistema elétrico do país pode ter o risco de viver um novo “Dia dos Pais” ainda no primeiro trimestre de 2026, indicando uma operação próxima do limite.&nbsp;No dia 10 de agosto do ano passado, no Dia dos Pais, a combinação de alta geração solar e baixo consumo de energia levou o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) a cortar toda a produção de eletricidade disponível e ainda assim o país correu risco de um blecaute.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Confira&nbsp;<a href="https://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/01/12/apesar-de-alta-geracao-solar-pais-tem-risco-de-blecaute.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>&nbsp;a íntegra da reportagem.&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Carga tributária do setor elétrico cai ao menor nível desde 2014, mas segue alta, mostra estudo</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/carga-tributaria-do-setor-eletrico-cai-ao-menor-nivel-desde-2014-mas-segue-alta-mostra-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 18:26:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.anacebrasil.org.br/?p=19375</guid>

					<description><![CDATA[A carga tributária do setor elétrico caiu, em 2024, ao menor nível desde 2014, segundo estudo elaborado pelo Instituto Acende Brasil em conjunto com a PwC. Ainda assim, o patamar é considerado elevado por especialistas, por representar 44,8% da receita operacional bruta das empresas. Além disso, os tributos estaduais voltaram a subir, de 16,1% para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A carga tributária do setor elétrico caiu, em 2024, ao menor nível desde 2014, segundo estudo elaborado pelo Instituto Acende Brasil em conjunto com a<strong> </strong>PwC. Ainda assim, o patamar é considerado elevado por especialistas, por representar 44,8% da receita operacional bruta das empresas. Além disso, os tributos estaduais voltaram a subir, de 16,1% para 16,7%.&nbsp;</p>



<p>“A queda mais expressiva ocorreu nos tributos federais (-1,6 ponto porcentual), seguida pela diminuição dos encargos setoriais (-0,4 p.p.). Esses recuos foram parcialmente compensados pelo avanço dos tributos estaduais (+0,6 p.p.)”, diz o estudo.&nbsp;</p>



<p>A carga tributária (impostos + encargos)<strong> </strong>é um dos elementos que mais têm pesado sobre a conta de luz. O setor de queixa do peso dos impostos federais e estaduais, e também de encargos que financiam políticas públicas e que deveriam ser incluídas no Orçamento da União.&nbsp;</p>



<p>Confira <a href="https://www.estadao.com.br/economia/carga-tributaria-do-setor-eletrico-cai-ao-menor-nivel-desde-2014-mas-segue-alta-mostra-estudo/?srsltid=AfmBOooIe3qpjENIpfZlirITZ-65tJruHlvPEi8Q_TxIYtUT5FnNXb3F" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a> reportagem completa do Estadão sobre o assunto.&nbsp;</p>



<p>O Estado de S. Paulo&nbsp;</p>



<p>08/12/25&nbsp;</p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>MMGD pressiona tarifas de energia e agrava desigualdade entre consumidores, diz CGU</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/mmgd-pressiona-tarifas-de-energia-e-agrava-desigualdade-entre-consumidores-diz-cgu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 13:07:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A expansão acelerada dos sistemas de&#160;micro e minigeração distribuída&#160;(MMGD) contribuiu com o aumento da tarifa de energia no mercado regulado nos últimos anos e para a transferência de custos entre consumidores. A conclusão é de um relatório da Controladoria Geral da União (CGU) que avaliou os impactos da MMGD entre 2020 e 2023, que identificou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A expansão acelerada dos sistemas de&nbsp;<a href="https://megawhat.uol.com.br/geracao/micro-e-minigeracao-distribuida/">micro e minigeração distribuída</a>&nbsp;(MMGD) contribuiu com o aumento da tarifa de energia no mercado regulado nos últimos anos e para a transferência de custos entre consumidores.</p>



<p>A conclusão é de um relatório da Controladoria Geral da União (CGU) que avaliou os impactos da MMGD entre 2020 e 2023, que identificou atrasos regulatórios, distorções econômicas e fragilidades operacionais no acompanhamento do segmento.</p>



<p>A&nbsp;MegaWhat&nbsp;teve acesso ao relatório, que analisa a atuação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e da Secretaria Nacional de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia (MME) e aponta que parâmetros definidos em lei não foram implementados no prazo, incluindo a análise dos custos e benefícios da MMGD no setor como um todo, o que ampliou incertezas e comprometeu a transparência do processo tarifário.</p>



<p>A íntegra da reportagem está disponível <a href="https://megawhat.uol.com.br/geracao/micro-e-minigeracao-distribuida/mmgd-pressiona-tarifas-de-energia-e-agrava-desigualdade-entre-consumidores-diz-cgu/">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Técnicos da Aneel sugerem aplicação automática de tarifa com preços variáveis por horário a partir de 2026</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/tecnicos-da-aneel-sugerem-aplicacao-automatica-de-tarifa-com-precos-variaveis-por-horario-a-partir-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 14:56:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.anacebrasil.org.br/?p=19345</guid>

					<description><![CDATA[A área técnica da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) propôs que parte dos consumidores seja automaticamente enquadrada, a partir de 2026, em um modelo de tarifas cujos preços variam ao longo do dia conforme o horário do consumo.&#160; A medida busca incentivar o uso mais eficiente da eletricidade e adequar a precificação ao cenário [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A área técnica da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) propôs que parte dos consumidores seja automaticamente enquadrada, a partir de 2026, em um modelo de tarifas cujos preços variam ao longo do dia conforme o horário do consumo.&nbsp;</p>



<p>A medida busca incentivar o uso mais eficiente da eletricidade e adequar a precificação ao cenário atual do sistema elétrico, que passou por mudanças nos últimos anos, sobretudo com a expansão das energias renováveis e dos sistemas de geração solar distribuída.&nbsp;</p>



<p>Atualmente, a maior parte dos consumidores conectados na baixa tensão, ou seja, aqueles que recebem energia diretamente da rede de distribuição comum, paga o mesmo valor de tarifa em qualquer momento do dia. Assim, o horário do consumo em nada interfere na conta de luz, o que reduz os incentivos para um consumo mais eficiente. A proposta pretende mudar essa lógica e que o consumidor veja diferença na tarifa.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Confira a íntegra da reportagem <a href="https://valor.globo.com/brasil/noticia/2025/11/07/tcnicos-da-aneel-sugerem-aplicao-automtica-de-tarifa-com-preos-variveis-por-horrio-a-partir-de-2026.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.&nbsp;&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Câmara e Senado aprovam MP com novas regras para o setor elétrico</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/camara-e-senado-aprovam-mp-com-novas-regras-para-o-setor-eletrico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Nov 2025 15:38:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.anacebrasil.org.br/?p=19329</guid>

					<description><![CDATA[Em tramitação relâmpago, o Congresso aprovou a medida provisória (MP) que estabelece novas regras para o setor elétrico. Entre outros pontos, o texto traz uma diretriz mais ampla para ressarcimentos por cortes de geração de energia renovável. Já a contratação de usinas térmicas a gás natural, que foi discutida na comissão mista, acabou de fora [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em tramitação relâmpago, o Congresso aprovou a medida provisória (MP) que estabelece novas regras para o setor elétrico. Entre outros pontos, o texto traz uma diretriz mais ampla para ressarcimentos por cortes de geração de energia renovável. Já a contratação de usinas térmicas a gás natural, que foi discutida na comissão mista, acabou de fora da matéria, que agora segue para sanção presidencial.&nbsp;</p>



<p>A proposta foi aprovada no início da tarde na comissão e, horas depois, aprovada em votações simbólicas nos plenários da Câmara e do Senado. A votação no colegiado destravou após o relator da proposta, senador Eduardo Braga (MDB-AM), aceitar acordo proposto por líderes para retirar do texto a contratação compulsória de térmicas a gás natural mesmo em locais sem o insumo ou infraestrutura para escoamento.&nbsp;</p>



<p>Já o dispositivo que atende usinas a carvão, permitindo a prorrogação de contratos de comercialização de energia, foi mantido.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Confira a íntegra da reportagem do Valor Econômico <a href="https://valor.globo.com/politica/noticia/2025/10/30/camara-aprova-mp-do-setor-eletrico.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Valor Econômico&nbsp;</p>



<p>30/10/25&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
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