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	<title>Anace Energia</title>
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		<title>A tarifa de energia do futuro está em discussão</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/a-tarifa-de-energia-do-futuro-esta-em-discussao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 14:37:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ANACE na Mídia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) espera emitir um sinal de preço com a nova regulação da tarifa horária na baixa tensão. A ideia é de que essa medida desloque a demanda de ponta e resolva um dos grandes gargalos do sistema. O superintendente de Gestão Tarifária e Regulação Econômica da agência, Leandro Caixeta, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) espera emitir um sinal de preço com a nova regulação da tarifa horária na baixa tensão. A ideia é de que essa medida desloque a demanda de ponta e resolva um dos grandes gargalos do sistema. O superintendente de Gestão Tarifária e Regulação Econômica da agência, Leandro Caixeta, afirma que o tema é o mais importante debate sobre modernização tarifária em andamento na autarquia.</p>
<p>A medida é fundamental para a abertura do mercado para todos os consumidores. Nesse sentido, o diretor-presidente da Associação Nacional dos Consumidores de Energia, Carlos Faria, observa que o processo exige uma mudança importante na forma como a tarifa é apresentada ao consumidor. Por isso, é fundamental que as pessoas entendam o que estão pagando pela energia e o que corresponde aos custos de uso da rede elétrica.</p>
<p>“Quanto mais transparente for essa informação, mais condições o consumidor terá de avaliar se vale a pena permanecer no mercado regulado ou migrar para o mercado livre. Essa decisão precisa ser tomada com base em informações claras e comparáveis”, reforça o executivo<br />
Na avaliação do executivo, uma estrutura tarifária mais moderna ajuda a aumentar a eficiência de todo o setor. “Quando os consumidores conseguem enxergar melhor os custos associados a cada horário de consumo, eles passam a ter incentivos para usar a energia de forma mais racional, evitando, por exemplo, os períodos de maior demanda e maior custo para o sistema.”</p>
<p>Acesse a íntegra da reportagem <a href="https://www.canalenergia.com.br/especiais/53352814/aneel-aposta-na-tarifa-horaria-para-sinalizacao-de-preco">aqui</a>.</p>
<p>Canal Energia<br />
31/07/26</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Jabutis proliferam para atender a interesses localizados</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/jabutis-proliferam-para-atender-a-interesses-localizados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 15:14:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[No dia 14 de julho, em votação-relâmpago, fora da pauta e com o plenário praticamente vazio, a Comissão de Infraestrutura do Senado aprovou o PL 5.017/2019. O texto original, de apenas dois artigos, concedia desconto de tarifa de eletricidade para irrigação, aquicultura e poços de água. No entanto, o senador Hermes Klann (PL-SC), designado relator [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 14 de julho, em votação-relâmpago, fora da pauta e com o plenário praticamente vazio, a Comissão de Infraestrutura do Senado aprovou o PL 5.017/2019. O texto original, de apenas dois artigos, concedia desconto de tarifa de eletricidade para irrigação, aquicultura e poços de água.</p>
<p>No entanto, o senador Hermes Klann (PL-SC), designado relator poucas horas antes, apresentou um substitutivo de 17 páginas que, na essência, resgata os &#8220;jabutis&#8221; (emendas contrabandeadas em projetos sobre outros assuntos) anteriormente inseridos na lei de privatização da Eletrobras (lei 14.182/2021), os quais, felizmente, não chegaram a ser implementados.</p>
<p>No atual PL, há um novo jabuti que obriga a contratação de térmicas inflexíveis (têm de funcionar mesmo quando há sobra de energia) movidas a gás em locais onde não há gasodutos nem falta de energia elétrica. São cinco blocos de 0,5 GW a serem instalados em locais politicamente escolhidos.</p>
<p>O PL determina também a contratação de outro bloco de térmicas inflexíveis a gás para a região Norte, porém num montante não explicitado.</p>
<p>Na atual legislatura, há uma proliferação de jabutis para atender a interesses localizados à custa do interesse comum. O resultado é o encarecimento das contas de luz e dos produtos que utilizam a eletricidade como insumo. Nossa economia perde produtividade e competitividade. Um desastre!</p>
<p>Confira <a href="https://www1.folha.uol.com.br/colunas/jerson-kelman/2026/07/jabutis-proliferam-para-atender-a-interesses-localizados.shtml">o artigo na íntegra</a>.</p>
<p>Folha de S. Paulo</p>
<p>21/07/26</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cresce o interesse de empresas brasileiras em ter operação industrial no Paraguai</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/cresce-o-interesse-de-empresas-brasileiras-em-ter-operacao-industrial-no-paraguai/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 18:41:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.anacebrasil.org.br/?p=19726</guid>

					<description><![CDATA[Empresas brasileiras de diferentes setores instalaram unidades fabris no Paraguai nos últimos anos e, agora, um número crescente de companhias tem se informado e avaliado seguir o mesmo movimento. O Regime de Maquila paraguaio, de tributação simplificada, e encargos trabalhistas mais baixos despertaram o interesse de grupos nacionais, que enxergam no país vizinho a chance [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Empresas brasileiras de diferentes setores instalaram unidades fabris no Paraguai nos últimos anos e, agora, um número crescente de companhias tem se informado e avaliado seguir o mesmo movimento.</p>
<p>O Regime de Maquila paraguaio, de tributação simplificada, e encargos trabalhistas mais baixos despertaram o interesse de grupos nacionais, que enxergam no país vizinho a chance de recuperar margens e se tornar mais competitivos, também influenciados pelo fim de incentivos fiscais previsto na reforma tributária.</p>
<p>O Grupo Wyda, conhecido fabricante brasileira de embalagens de papel alumínio e filme de PVC, e a Fadel, empresa de logística e transporte rodoviário de cargas, controlada da JSL, chegaram ao Paraguai em 2019 e estão no grupo dos que operam no país vizinho há mais tempo. Lupo e Döhler, do setor de confecção e vestuário brasileiro, são casos mais recentes.</p>
<p>Entre os que avaliam seguir o movimento estão Adere, fabricante de fitas adesivas; Proeletronic, de eletrônicos para televisores, conversores e roteadores; e Bralyx, de máquinas e equipamentos para a indústria alimentícia.</p>
<p>“Ambiente econômico e político mais estável [que nos países vizinhos] e custos mais baixos de energia, mão de obra e fiscal têm atraído muitas empresas brasileiras interessadas em se instalar no país”, disse Flavio Deganutti, presidente da Paracel.</p>
<p><u>Confira aqui a íntegra da reportagem</u>.</p>
<p>LINK: <a href="https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/07/10/cresce-o-interesse-de-empresas-brasileiras-em-ter-operacao-industrial-no-paraguai.ghtml">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/07/10/cresce-o-interesse-de-empresas-brasileiras-em-ter-operacao-industrial-no-paraguai.ghtml</a></p>
<p><strong>Valor Econômico, 10/07/26</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Comercializadoras de energia entram em crise com rombo de mais de R$ 6 bi</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/comercializadoras-de-energia-entram-em-crise-com-rombo-de-mais-de-r-6-bi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 18:39:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ANACE na Mídia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.anacebrasil.org.br/?p=19723</guid>

					<description><![CDATA[Comercializadores de energia vivem uma crise financeira sem precedentes, com dívidas e recuperações judiciais que já ultrapassam R$ 6 bilhões, o que compromete pelo menos 11 companhias do setor elétrico. O cenário crítico é atribuído a uma “tempestade perfeita”, puxada por volatilidade intensa de preços de energia no mercado de curto prazo, exigências de garantias [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Comercializadores de energia vivem uma crise financeira sem precedentes, com dívidas e recuperações judiciais que já ultrapassam R$ 6 bilhões, o que compromete pelo menos 11 companhias do setor elétrico.</p>
<p>O cenário crítico é atribuído a uma “tempestade perfeita”, puxada por volatilidade intensa de preços de energia no mercado de curto prazo, exigências de garantias financeiras e descasamento nos valores negociados.</p>
<p>Do lado dos consumidores, o clima é de alerta. Carlos Faria, diretor-presidente da Anace (Associação Nacional dos Consumidores de Energia), diz recomendar aos consumidores que redobrem a cautela nas negociações e rotinas com parceiros no mercado livre de energia.</p>
<p>&#8220;A situação exige análises ainda mais criteriosas das comercializadoras antes de fechar negócio. Além disso, os consumidores devem ficar atentos ao aumento do rigor, por parte dessas empresas, em relação às condições acordadas e ao risco de notificação por inadimplência nos contratos de compra de energia&#8221;, apontou.</p>
<p>Confira aqui a íntegra da reportagem.</p>
<p>LINK: <a href="https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/07/comercializadoras-de-energia-entram-em-crise-com-rombo-de-mais-de-r-6-bi.shtml">https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/07/comercializadoras-de-energia-entram-em-crise-com-rombo-de-mais-de-r-6-bi.shtml</a></p>
<p><strong>Folha de S. Paulo, 13/07/26</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lâmpadas de LED: eficiência com competitividade</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/lampadas-de-led-eficiencia-com-competitividade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 16:32:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião ANACE]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério de Minas e Energia aprovou regulamentação exigindo níveis mínimos de eficiência energética para lâmpadas e luminárias de LED. Trata-se da primeira regulamentação nacional do tipo, e a expectativa é gere uma economia acumulada de até 432 TWh até 2040, um volume de energia suficiente para abastecer cerca de 14 milhões de residências no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério de Minas e Energia aprovou regulamentação exigindo níveis mínimos de eficiência energética para lâmpadas e luminárias de LED. Trata-se da primeira regulamentação nacional do tipo, e a expectativa é gere uma economia acumulada de até 432 TWh até 2040, um volume de energia suficiente para abastecer cerca de 14 milhões de residências no mesmo período.</p>
<p>O avanço dos níveis de eficiência energética de equipamentos como lâmpadas é essencial para os consumidores economizarem eletricidade, reduzirem seus gastos com o insumo e, ao mesmo tempo, o país diminuir os impactos ambientais da geração de energia.</p>
<p>Mas é preciso cautela para que medidas nessa direção não tenham o efeito contrário. Ou seja, pressionem os gastos dos consumidores com suas instalações elétricas sem que isso se traduza em economia proporcional de energia.</p>
<p>Também é necessário que essas medidas não reduzam ainda mais a competitividade dos produtores brasileiros na comparação com similares importados.</p>
<p>Por isso, tanto no caso das instalações elétricas de consumidores de porte relativamente grande – como shopping centers, mercados e hospitais – como de fabricantes pode ser o caso de o país estudar linhas de financiamento atrativas para viabilizar os investimentos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fase prepara carta aos presidenciáveis com foco na competitividade da energia</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/fase-prepara-carta-aos-presidenciaveis-com-foco-na-competitividade-da-energia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 18:31:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.anacebrasil.org.br/?p=19685</guid>

					<description><![CDATA[O Fórum de Associações do Setor Elétrico (Fase) apresentou, no encontro Nacional do Mercado Livre (Enase), a Carta Fase, que visa garantir mais competitividade à energia elétrica em favor do desenvolvimento socioeconômico do país. O documento, que conta com a participação das 37 associações que compõem o grupo, está em fase final de elaboração. As [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Fórum de Associações do Setor Elétrico (Fase) apresentou, no encontro Nacional do Mercado Livre (Enase), a Carta Fase, que visa garantir mais competitividade à energia elétrica em favor do desenvolvimento socioeconômico do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento, que conta com a participação das 37 associações que compõem o grupo, está em fase final de elaboração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As propostas incluem limpar a conta de energia de encargos e subsídios, bem como tratar a segurança energética para reduzir custos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também propõe usar melhor a energia disponível com a evolução da rede elétrica, além de tratar do desenvolvimento da indústria, data centers, transporte e cadeia verde em geral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira a <a href="https://www.canalenergia.com.br/noticias/53349687/fase-lanca-carta-aos-presidenciaveis-com-foco-na-competitividade-da-energia">integra da reportagem do Canal Energia</a> a respeito.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A várzea do setor elétrico</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/a-varzea-do-setor-eletrico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 17:14:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.anacebrasil.org.br/?p=19680</guid>

					<description><![CDATA[Como explicar que, a despeito da fartura de energia, acaba de ser realizado um leilão para contratar usinas para ficarem à disposição do sistema, ou seja, para gerar energia apenas quando for realmente necessário, pela bagatela de até R$ 800 bilhões? Se a física não consegue esclarecer, a política tem a resposta na ponta da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Como explicar que, a despeito da fartura de energia, acaba de ser realizado um leilão para contratar usinas para ficarem à disposição do sistema, ou seja, para gerar energia apenas quando for realmente necessário, pela bagatela de até R$ 800 bilhões?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se a física não consegue esclarecer, a política tem a resposta na ponta da língua: isso se deve à escolha política deliberada de atender a lobbies setoriais em detrimento da tarefa de arrumar a bagunça do setor elétrico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema não começou com o atual ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, mas certamente se agravou sob sua gestão. Ao mesmo tempo, o Congresso replica o <em>modus operandi</em> de repassar custos aos consumidores: todo projeto de lei que chega ou sai do Legislativo visa a prorrogar subsídios que já deveriam ter acabado e assegurar essas mesmas vantagens a segmentos nascentes, caso das usinas a hidrogênio e das eólicas em alto-mar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, o consumidor paga bem mais do que deveria por energia de todo tipo: limpa ou suja, nova ou velha, em todo o Brasil e – pasmem – até mesmo no Paraguai. Essa farra promovida pelo governo, pelo Congresso e pelos lobbies precisa acabar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira <a href="https://www.estadao.com.br/opiniao/a-varzea-do-setor-eletrico/?srsltid=AfmBOopojxi0mfqhdTYGHtHmEfVauCfJM622096bVV786iJcwKpo6YSR">aqui</a> a íntegra do editorial do Estadão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Estado de S. Paulo</p>



<p class="wp-block-paragraph">12/06/26</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Segurança energética na medida certa</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/seguranca-energetica-na-medida-certa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 19:18:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião ANACE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.anacebrasil.org.br/?p=19670</guid>

					<description><![CDATA[O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), presidido pelo Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, tomará no próximo dia 10 de junho uma decisão relacionada aos custos de operação do Sistema Interligado Nacional com reflexo importante para a economia do Brasil. Estará em definição o nível estimado de térmicas que serão utilizadas para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="19670" class="elementor elementor-19670">
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<p class="wp-block-paragraph">O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), presidido pelo Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, tomará no próximo dia 10 de junho uma decisão relacionada aos custos de operação do Sistema Interligado Nacional com reflexo importante para a economia do Brasil.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Estará em definição o nível estimado de térmicas que serão utilizadas para complementar a geração hidrelétrica e consequentemente os custos associados ao seu acionamento. A decisão foi adiada pelo Ministério de Minas e Energia, que demandou, acertadamente, estudos adicionais sobre os impactos da geração térmica realizada em leilão promovido pela Aneel nos últimos dias 18 e 20 de março que contratou cerca de 20 GW de capacidade ampliando significativamente os recursos disponíveis para garantir a segurança do sistema.</p>

<p class="wp-block-paragraph">O ponto central desse debate é a relação entre custo e benefício. A manutenção do critério atual aumentará a conta dos brasileiros em cerca de R$ 3 bilhões para acrescentar apenas 0,4% de armazenamento de água nos reservatórios das usinas hidrelétricas.</p>

<p class="wp-block-paragraph">O desafio consiste em garantir a segurança energética na medida adequada, adotando critérios técnicos, econômicos e sistêmicos que preservem a confiabilidade do suprimento sem impor custos adicionais à sociedade.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Nós comercializadores de energia, geradores de energia renovável, consumidores de todos os portes, do segmento residencial à grande indústria, além do comércio e de autoprodutores convergem que os parâmetros técnicos (par CVaR 15;30) que proporcionam uma redução de R$ 85,00 MWh no Custo Marginal da Operação e um impacto tarifário negativo de 1,74% são os mais adequados para assegurar o atendimento do sistema mesmo em cenário hidrológico extremamente adverso — mais severo do que o pior registro observado em quase um século de histórico.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Manter os parâmetros atuais que foram adotados em um contexto sem a realização do LRCAP causa pressão nos preços do mercado livre para comércios e indústrias do Brasil, além de provocar aumento tarifário relevante para consumidores residenciais com efeitos inflacionários.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Os efeitos extrapolam o setor elétrico. O aumento dos custos de energia compromete o planejamento produtivo e familiar, afeta a competitividade da indústria nacional e pressiona cadeias inteiras de valor, com reflexos diretos sobre empregos, inflação e o crescimento econômico.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Estamos confiantes na permanente disposição ao diálogo do MME, na consistência técnica da sua equipe e na sensibilidade política do Ministro Alexandre Silveira para dar ao país a solução que assegure ao mesmo tempo segurança energética e a modicidade tarifária.</p>

<p class="wp-block-paragraph"><strong>Assinam este manifesto:</strong></p>

<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="833" height="78" class="wp-image-19672" src="https://www.anacebrasil.org.br/wp-content/uploads/2026/06/logos-manifesto.png" alt="" srcset="https://www.anacebrasil.org.br/wp-content/uploads/2026/06/logos-manifesto.png 833w, https://www.anacebrasil.org.br/wp-content/uploads/2026/06/logos-manifesto-300x28.png 300w, https://www.anacebrasil.org.br/wp-content/uploads/2026/06/logos-manifesto-768x72.png 768w" sizes="(max-width: 833px) 100vw, 833px" /></figure>

<p class="wp-block-paragraph">Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica)</p>

<p class="wp-block-paragraph">Associação Brasileira dos Investidores em Autoprodução de Energia Elétrica (Abiape)</p>

<p class="wp-block-paragraph">Associação Brasileira dos Grandes Consumidores de Energia e Consumidores Livres (Abrace Energia)</p>

<p class="wp-block-paragraph">Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel)</p>

<p class="wp-block-paragraph">Associação Nacional dos Consumidores de Energia (Anace)</p>

<p class="wp-block-paragraph">Associação da Indústria de Cogeração de Energia (Cogen)</p>

<p class="wp-block-paragraph">Frente Nacional dos Consumidores de Energia</p>
						</div>
				</div>
		        </div>
        </div>
        		        </div>
        </section>
							</div>
		]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Maioria das distribuidoras pode ter reajustes de dois dígitos</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/maioria-das-distribuidoras-pode-ter-reajustes-de-dois-digitos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 14:41:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A conta de luz deve subir em 2026 com aumentos que podem superar dois dígitos em algumas regiões e pressão adicional com o acionamento das bandeiras tarifárias já a partir de maio, o que tende a elevar ainda mais o custo para os consumidores. Até o momento, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A conta de luz deve subir em 2026 com aumentos que podem superar dois dígitos em algumas regiões e pressão adicional com o acionamento das bandeiras tarifárias já a partir de maio, o que tende a elevar ainda mais o custo para os consumidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até o momento, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou reajustes para 11 concessionárias, com efeitos médios que variam de 5,40% a 24,13%. Contudo, há cerca de 40 distribuidoras que ainda vão passar por processos tarifários neste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estimativa da Aneel, de março, aponta que as tarifas devem subir, em média, 8% em 2026, acima das projeções para os principais indicadores de inflação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A projeção não considera o uso de recursos da repactuação do Uso de Bem Público (UBP). O valor total a ser repactuado é de R$ 7,87 bilhões, e mesmo sem aprovação do critério da divisão dos recursos, a agência antecipou os recursos em processos tarifários aprovados recentemente. A projeção da Aneel é que o valor total leve a uma redução de 2,9% no efeito médio Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro alívio pontual poderá vir da distribuição do bônus de Itaipu no segundo semestre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira a íntegra da reportagem <a href="https://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/04/24/conta-de-luz-com-alta-acima-de-10-sera-comum-este-ano.ghtml">aqui</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Valor Econômico</p>



<p class="wp-block-paragraph">24/04/26</p>
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		<title>TR Soluções prevê encargo de reserva de capacidade em R$ 78/MWh em 2032</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/tr-solucoes-preve-encargo-de-reserva-de-capacidade-em-r-78-mwh-em-2032/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 14:29:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.anacebrasil.org.br/?p=19650</guid>

					<description><![CDATA[O Leilão de Reserva de Capacidade (LRCap) deve ter impacto mais relevante nos custos das indústrias eletrointensivas. Segundo análise da TR Soluções, para o consumidor residencial (subgrupo B1), o efeito percebido representa um incremento médio de 7,5% em 2032. Ao avançar para a média tensão (subgrupo A4), o impacto pode chegar a 10,3%. Já os [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Leilão de Reserva de Capacidade (LRCap) deve ter impacto mais relevante nos custos das indústrias eletrointensivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Segundo análise da TR Soluções, para o consumidor residencial (subgrupo B1), o efeito percebido representa um incremento médio de 7,5% em 2032. Ao avançar para a média tensão (subgrupo A4), o impacto pode chegar a 10,3%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Já os grandes consumidores industriais conectados em alta tensão (subgrupo A2) podem observar um reflexo de 13,5% em suas tarifas em comparação ao cenário sem os leilões de capacidade realizados em março de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>No mercado livre de energia, por sua vez, o efeito será direto sobre o ERCap, que deve saltar dos atuais R$ 7/MWh para cerca de R$ 78/MWh em 2032, elevando significativamente o custo da energia para consumidores livres.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Confira a íntegra da reportagem <a href="https://megawhat.uol.com.br/mercado-energetico/tr-solucoes-preve-encargo-de-reserva-de-capacidade-em-r-78-mwh-em-2032/">aqui</a>.</p>
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