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	<title>Anace Energia</title>
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		<title>Lâmpadas de LED: eficiência com competitividade</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/lampadas-de-led-eficiencia-com-competitividade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 16:32:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião ANACE]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério de Minas e Energia aprovou regulamentação exigindo níveis mínimos de eficiência energética para lâmpadas e luminárias de LED. Trata-se da primeira regulamentação nacional do tipo, e a expectativa é gere uma economia acumulada de até 432 TWh até 2040, um volume de energia suficiente para abastecer cerca de 14 milhões de residências no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério de Minas e Energia aprovou regulamentação exigindo níveis mínimos de eficiência energética para lâmpadas e luminárias de LED. Trata-se da primeira regulamentação nacional do tipo, e a expectativa é gere uma economia acumulada de até 432 TWh até 2040, um volume de energia suficiente para abastecer cerca de 14 milhões de residências no mesmo período.</p>
<p>O avanço dos níveis de eficiência energética de equipamentos como lâmpadas é essencial para os consumidores economizarem eletricidade, reduzirem seus gastos com o insumo e, ao mesmo tempo, o país diminuir os impactos ambientais da geração de energia.</p>
<p>Mas é preciso cautela para que medidas nessa direção não tenham o efeito contrário. Ou seja, pressionem os gastos dos consumidores com suas instalações elétricas sem que isso se traduza em economia proporcional de energia.</p>
<p>Também é necessário que essas medidas não reduzam ainda mais a competitividade dos produtores brasileiros na comparação com similares importados.</p>
<p>Por isso, tanto no caso das instalações elétricas de consumidores de porte relativamente grande – como shopping centers, mercados e hospitais – como de fabricantes pode ser o caso de o país estudar linhas de financiamento atrativas para viabilizar os investimentos.</p>
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			</item>
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		<title>Fase prepara carta aos presidenciáveis com foco na competitividade da energia</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/fase-prepara-carta-aos-presidenciaveis-com-foco-na-competitividade-da-energia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 18:31:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Fórum de Associações do Setor Elétrico (Fase) apresentou, no encontro Nacional do Mercado Livre (Enase), a Carta Fase, que visa garantir mais competitividade à energia elétrica em favor do desenvolvimento socioeconômico do país. O documento, que conta com a participação das 37 associações que compõem o grupo, está em fase final de elaboração. As [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Fórum de Associações do Setor Elétrico (Fase) apresentou, no encontro Nacional do Mercado Livre (Enase), a Carta Fase, que visa garantir mais competitividade à energia elétrica em favor do desenvolvimento socioeconômico do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento, que conta com a participação das 37 associações que compõem o grupo, está em fase final de elaboração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As propostas incluem limpar a conta de energia de encargos e subsídios, bem como tratar a segurança energética para reduzir custos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também propõe usar melhor a energia disponível com a evolução da rede elétrica, além de tratar do desenvolvimento da indústria, data centers, transporte e cadeia verde em geral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira a <a href="https://www.canalenergia.com.br/noticias/53349687/fase-lanca-carta-aos-presidenciaveis-com-foco-na-competitividade-da-energia">integra da reportagem do Canal Energia</a> a respeito.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A várzea do setor elétrico</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/a-varzea-do-setor-eletrico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 17:14:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.anacebrasil.org.br/?p=19680</guid>

					<description><![CDATA[Como explicar que, a despeito da fartura de energia, acaba de ser realizado um leilão para contratar usinas para ficarem à disposição do sistema, ou seja, para gerar energia apenas quando for realmente necessário, pela bagatela de até R$ 800 bilhões? Se a física não consegue esclarecer, a política tem a resposta na ponta da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Como explicar que, a despeito da fartura de energia, acaba de ser realizado um leilão para contratar usinas para ficarem à disposição do sistema, ou seja, para gerar energia apenas quando for realmente necessário, pela bagatela de até R$ 800 bilhões?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se a física não consegue esclarecer, a política tem a resposta na ponta da língua: isso se deve à escolha política deliberada de atender a lobbies setoriais em detrimento da tarefa de arrumar a bagunça do setor elétrico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema não começou com o atual ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, mas certamente se agravou sob sua gestão. Ao mesmo tempo, o Congresso replica o <em>modus operandi</em> de repassar custos aos consumidores: todo projeto de lei que chega ou sai do Legislativo visa a prorrogar subsídios que já deveriam ter acabado e assegurar essas mesmas vantagens a segmentos nascentes, caso das usinas a hidrogênio e das eólicas em alto-mar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, o consumidor paga bem mais do que deveria por energia de todo tipo: limpa ou suja, nova ou velha, em todo o Brasil e – pasmem – até mesmo no Paraguai. Essa farra promovida pelo governo, pelo Congresso e pelos lobbies precisa acabar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira <a href="https://www.estadao.com.br/opiniao/a-varzea-do-setor-eletrico/?srsltid=AfmBOopojxi0mfqhdTYGHtHmEfVauCfJM622096bVV786iJcwKpo6YSR">aqui</a> a íntegra do editorial do Estadão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Estado de S. Paulo</p>



<p class="wp-block-paragraph">12/06/26</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Segurança energética na medida certa</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/seguranca-energetica-na-medida-certa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 19:18:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião ANACE]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), presidido pelo Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, tomará no próximo dia 10 de junho uma decisão relacionada aos custos de operação do Sistema Interligado Nacional com reflexo importante para a economia do Brasil. Estará em definição o nível estimado de térmicas que serão utilizadas para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="19670" class="elementor elementor-19670">
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<p class="wp-block-paragraph">O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), presidido pelo Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, tomará no próximo dia 10 de junho uma decisão relacionada aos custos de operação do Sistema Interligado Nacional com reflexo importante para a economia do Brasil.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Estará em definição o nível estimado de térmicas que serão utilizadas para complementar a geração hidrelétrica e consequentemente os custos associados ao seu acionamento. A decisão foi adiada pelo Ministério de Minas e Energia, que demandou, acertadamente, estudos adicionais sobre os impactos da geração térmica realizada em leilão promovido pela Aneel nos últimos dias 18 e 20 de março que contratou cerca de 20 GW de capacidade ampliando significativamente os recursos disponíveis para garantir a segurança do sistema.</p>

<p class="wp-block-paragraph">O ponto central desse debate é a relação entre custo e benefício. A manutenção do critério atual aumentará a conta dos brasileiros em cerca de R$ 3 bilhões para acrescentar apenas 0,4% de armazenamento de água nos reservatórios das usinas hidrelétricas.</p>

<p class="wp-block-paragraph">O desafio consiste em garantir a segurança energética na medida adequada, adotando critérios técnicos, econômicos e sistêmicos que preservem a confiabilidade do suprimento sem impor custos adicionais à sociedade.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Nós comercializadores de energia, geradores de energia renovável, consumidores de todos os portes, do segmento residencial à grande indústria, além do comércio e de autoprodutores convergem que os parâmetros técnicos (par CVaR 15;30) que proporcionam uma redução de R$ 85,00 MWh no Custo Marginal da Operação e um impacto tarifário negativo de 1,74% são os mais adequados para assegurar o atendimento do sistema mesmo em cenário hidrológico extremamente adverso — mais severo do que o pior registro observado em quase um século de histórico.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Manter os parâmetros atuais que foram adotados em um contexto sem a realização do LRCAP causa pressão nos preços do mercado livre para comércios e indústrias do Brasil, além de provocar aumento tarifário relevante para consumidores residenciais com efeitos inflacionários.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Os efeitos extrapolam o setor elétrico. O aumento dos custos de energia compromete o planejamento produtivo e familiar, afeta a competitividade da indústria nacional e pressiona cadeias inteiras de valor, com reflexos diretos sobre empregos, inflação e o crescimento econômico.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Estamos confiantes na permanente disposição ao diálogo do MME, na consistência técnica da sua equipe e na sensibilidade política do Ministro Alexandre Silveira para dar ao país a solução que assegure ao mesmo tempo segurança energética e a modicidade tarifária.</p>

<p class="wp-block-paragraph"><strong>Assinam este manifesto:</strong></p>

<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="833" height="78" class="wp-image-19672" src="https://www.anacebrasil.org.br/wp-content/uploads/2026/06/logos-manifesto.png" alt="" srcset="https://www.anacebrasil.org.br/wp-content/uploads/2026/06/logos-manifesto.png 833w, https://www.anacebrasil.org.br/wp-content/uploads/2026/06/logos-manifesto-300x28.png 300w, https://www.anacebrasil.org.br/wp-content/uploads/2026/06/logos-manifesto-768x72.png 768w" sizes="(max-width: 833px) 100vw, 833px" /></figure>

<p class="wp-block-paragraph">Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica)</p>

<p class="wp-block-paragraph">Associação Brasileira dos Investidores em Autoprodução de Energia Elétrica (Abiape)</p>

<p class="wp-block-paragraph">Associação Brasileira dos Grandes Consumidores de Energia e Consumidores Livres (Abrace Energia)</p>

<p class="wp-block-paragraph">Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel)</p>

<p class="wp-block-paragraph">Associação Nacional dos Consumidores de Energia (Anace)</p>

<p class="wp-block-paragraph">Associação da Indústria de Cogeração de Energia (Cogen)</p>

<p class="wp-block-paragraph">Frente Nacional dos Consumidores de Energia</p>
						</div>
				</div>
		        </div>
        </div>
        		        </div>
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							</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Maioria das distribuidoras pode ter reajustes de dois dígitos</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/maioria-das-distribuidoras-pode-ter-reajustes-de-dois-digitos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 14:41:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.anacebrasil.org.br/?p=19653</guid>

					<description><![CDATA[A conta de luz deve subir em 2026 com aumentos que podem superar dois dígitos em algumas regiões e pressão adicional com o acionamento das bandeiras tarifárias já a partir de maio, o que tende a elevar ainda mais o custo para os consumidores. Até o momento, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A conta de luz deve subir em 2026 com aumentos que podem superar dois dígitos em algumas regiões e pressão adicional com o acionamento das bandeiras tarifárias já a partir de maio, o que tende a elevar ainda mais o custo para os consumidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até o momento, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou reajustes para 11 concessionárias, com efeitos médios que variam de 5,40% a 24,13%. Contudo, há cerca de 40 distribuidoras que ainda vão passar por processos tarifários neste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estimativa da Aneel, de março, aponta que as tarifas devem subir, em média, 8% em 2026, acima das projeções para os principais indicadores de inflação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A projeção não considera o uso de recursos da repactuação do Uso de Bem Público (UBP). O valor total a ser repactuado é de R$ 7,87 bilhões, e mesmo sem aprovação do critério da divisão dos recursos, a agência antecipou os recursos em processos tarifários aprovados recentemente. A projeção da Aneel é que o valor total leve a uma redução de 2,9% no efeito médio Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro alívio pontual poderá vir da distribuição do bônus de Itaipu no segundo semestre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira a íntegra da reportagem <a href="https://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/04/24/conta-de-luz-com-alta-acima-de-10-sera-comum-este-ano.ghtml">aqui</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Valor Econômico</p>



<p class="wp-block-paragraph">24/04/26</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TR Soluções prevê encargo de reserva de capacidade em R$ 78/MWh em 2032</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/tr-solucoes-preve-encargo-de-reserva-de-capacidade-em-r-78-mwh-em-2032/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 14:29:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.anacebrasil.org.br/?p=19650</guid>

					<description><![CDATA[O Leilão de Reserva de Capacidade (LRCap) deve ter impacto mais relevante nos custos das indústrias eletrointensivas. Segundo análise da TR Soluções, para o consumidor residencial (subgrupo B1), o efeito percebido representa um incremento médio de 7,5% em 2032. Ao avançar para a média tensão (subgrupo A4), o impacto pode chegar a 10,3%. Já os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Leilão de Reserva de Capacidade (LRCap) deve ter impacto mais relevante nos custos das indústrias eletrointensivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Segundo análise da TR Soluções, para o consumidor residencial (subgrupo B1), o efeito percebido representa um incremento médio de 7,5% em 2032. Ao avançar para a média tensão (subgrupo A4), o impacto pode chegar a 10,3%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Já os grandes consumidores industriais conectados em alta tensão (subgrupo A2) podem observar um reflexo de 13,5% em suas tarifas em comparação ao cenário sem os leilões de capacidade realizados em março de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>No mercado livre de energia, por sua vez, o efeito será direto sobre o ERCap, que deve saltar dos atuais R$ 7/MWh para cerca de R$ 78/MWh em 2032, elevando significativamente o custo da energia para consumidores livres.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Confira a íntegra da reportagem <a href="https://megawhat.uol.com.br/mercado-energetico/tr-solucoes-preve-encargo-de-reserva-de-capacidade-em-r-78-mwh-em-2032/">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>É urgente a alocação adequada de riscos e custos no setor elétrico!</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/e-urgente-a-alocacao-adequada-de-riscos-e-custos-no-setor-eletrico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 15:26:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião ANACE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.anacebrasil.org.br/?p=19646</guid>

					<description><![CDATA[A crise de liquidez do mercado livre que o setor elétrico atualmente enfrenta reforça a importância de os agentes terem os riscos que agregam ao setor alocados aos seus respectivos negócios, como a ANACE defende há mais de uma década. Os esforços e pleitos de alguns agentes para repassarem custos decorrentes de seus riscos para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A crise de liquidez do mercado livre que o setor elétrico atualmente enfrenta reforça a importância de os agentes terem os riscos que agregam ao setor alocados aos seus respectivos negócios, como a ANACE defende há mais de uma década.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os esforços e pleitos de alguns agentes para repassarem custos decorrentes de seus riscos para demais agentes e consumidores, aliados às propostas de renegociação de contratos e à delicada situação de algumas comercializadoras que se amparam em pedidos de recuperação extrajudicial e judicial para se manterem ativas, são resultado, de maneira geral, de comportamentos adversos às práticas do mercado e despertam elevada atenção para o desenvolvimento sustentável das atividades setoriais, comprometendo o equilíbrio econômico-financeiro e a expansão e manutenção dos serviços de energia elétrica, por sua vez, indispensáveis para o fomento de</p>



<p class="wp-block-paragraph">atividades econômicas e sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por certo, o setor elétrico – &nbsp;desenvolvido em torno do consumidor –, atravessou, nas últimas décadas, crises decorrentes de escassez hídrica, da pandemia e da volatilidade de preços, mas sempre propugnou o respeito aos contratos e às transações pautadas pelas regras e procedimentos de comercialização do mercado. Infelizmente essa estabilidade jurídica e regulatória ruiu, evidenciando a fragilidade estrutural do modelo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não podemos admitir que a alegação de perdas e fatos alheios às atividades de alguns agentes, mesmo que inerentes aos riscos de seus negócios e desde logo conhecidos, impliquem a imoral socialização do prejuízo para todo o setor elétrico, mas principalmente para os consumidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A superação dessa crise depende da adoção de mecanismos mais efetivos de equilíbrio entre a oferta e a demanda, da retomada do planejamento, da atualização dos modelos de precificação com redução de sua volatilidade, além da autorregulação e o monitoramento do mercado com poder sancionador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa reestruturação se faz urgente e requer a imprescindível e ampla revisão do arcabouço legal para que se alcance a alocação racional de riscos setoriais e venha a prover custos de mercado que garantam equilíbrio e isonomia entre os consumidores e para os agentes setoriais.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>LRCAP: Esse custo não é só nosso!</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/lrcap-esse-custo-nao-e-so-nosso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 16:23:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião ANACE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.anacebrasil.org.br/?p=19642</guid>

					<description><![CDATA[O Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP) realizado em março pressiona de maneira excessiva e injusta os custos de energia dos consumidores, ao mesmo tempo em que suas regras apresentam graves falhas e têm impacto limitado na solução dos problemas que o leilão se propõe a resolver. Os cálculos da ANACE indicam que o leilão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP) realizado em março pressiona de maneira excessiva e injusta os custos de energia dos consumidores, ao mesmo tempo em que suas regras apresentam graves falhas e têm impacto limitado na solução dos problemas que o leilão se propõe a resolver.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os cálculos da ANACE indicam que o leilão deve resultar num aumento dos custos pagos pelos consumidores de energia em mais de R$ 60 por MWh nos próximos anos. Esse impacto é gravíssimo, tendo em vista o patamar de custos excessivos em que os valores já se encontram hoje.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A situação é ainda mais preocupante porque esses custos deveriam ser divididos não só entre os consumidores, mas também com os geradores responsáveis pelos desequilíbrios do sistema elétrico que exigiram tal contratação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso se aplica em particular para as usinas solares e eólicas que, embora sejam contratadas para fornecimento de energia e potência, limitam-se à entrega da primeira. Nesse sentido, vale lembrar que desde 2014 a ANACE tem alertado para a necessidade de que os agentes dos diversos segmentos do setor elétrico sejam responsabilizados pelos riscos que agregam ao setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto às regras do leilão especificamente, o edital falha por não ter definido produtos diferentes para usinas novas e antigas. Com isso, na prática no leilão os consumidores foram obrigados, à sua revelia, a pagar pela compra de um carro novo com a possibilidade de receberem um carro velho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Associação também considera absurda a contratação de térmicas a carvão mineral no certame. Essas usinas, por suas características operativas, têm uma resposta lenta às necessidades de acréscimo de geração nos momentos de necessidade, sendo opções totalmente ineficientes para o atendimento da demanda de flexibilidade vivida hoje na operação do sistema.&nbsp;Além disso, as unidades têm custo elevado, alto impacto ambiental e baixa eficiência energética.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Contra os lobbies da energia, barricadas nos quintais</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/contra-os-lobbies-da-energia-barricadas-nos-quintais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 18:12:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.anacebrasil.org.br/?p=19637</guid>

					<description><![CDATA[Desde 2022, tanto o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) quanto a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) vêm sinalizando a necessidade de contratação de capacidade. Houve tempo suficiente para estruturar leilões com antecedência, para garantir ampla competição entre ativos existentes e novos empreendimentos, além de permitir um desenho baseado em neutralidade tecnológica e orientado pelas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Desde 2022, tanto o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) quanto a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) vêm sinalizando a necessidade de contratação de capacidade. Houve tempo suficiente para estruturar leilões com antecedência, para garantir ampla competição entre ativos existentes e novos empreendimentos, além de permitir um desenho baseado em neutralidade tecnológica e orientado pelas necessidades sistêmicas. A realização de leilões anuais também poderia ter estimulado uma dinâmica competitiva mais eficiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, sem sinais econômicos adequados de demanda, e depois de mais de três anos de idas e vindas, disputas jurídicas e revisões de parâmetros de última hora, optou-se por uma contratação “a qualquer preço”, com limitada concorrência entre tecnologias, com uma promessa de custo diluído e pouco perceptível no curto prazo. O resultado foi bem diferente: em um único movimento, aproximadamente R$ 0,5 trilhão foram transferidos para a conta dos consumidores, com potencial de elevar as tarifas, em média, em cerca de 9% até 2031 e impacto da mesma ordem no mercado livre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado é, no mínimo, irônico. O sinal econômico decorrente do LRCAP tende a acelerar ainda mais a expansão da MMGD, justamente o segmento que intensifica a rampa de carga e amplia a necessidade de flexibilidade operativa, uma vez que, diante da elevação tarifária, consumidores buscam alternativas para reduzir sua exposição ao sistema. A solução proposta para o problema não só vai sair cara, como tende a aprofundá-lo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://valor.globo.com/opiniao/coluna/contra-os-lobbies-da-energia-barricadas-nos-quintais.ghtml">Confira a íntegra do artigo</a> do professor de mercados de energia da Escola Politécnica da USP e ex-diretor da EPE, Erik Rego.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Valor Econômico</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>08/04/26</strong></p>
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		<title>Governo busca ‘jeitinho’ pra segurar a conta de luz. Mas não existe almoço grátis</title>
		<link>https://www.anacebrasil.org.br/governo-busca-jeitinho-pra-segurar-a-conta-de-luz-mas-nao-existe-almoco-gratis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 13:35:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.anacebrasil.org.br/?p=19587</guid>

					<description><![CDATA[Com projeções apontando para aumentos de dois dígitos na conta de luz neste ano, o Governo está pedindo à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) que segure processos de reajustes de distribuidoras enquanto estuda alternativas.&#160; Medidas para conter o avanço das tarifas de energia se tornaram comuns já há algum tempo – ainda mais perto [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Com projeções apontando para aumentos de dois dígitos na conta de luz neste ano, o Governo está pedindo à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) que segure processos de reajustes de distribuidoras enquanto estuda alternativas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Medidas para conter o avanço das tarifas de energia se tornaram comuns já há algum tempo – ainda mais perto de eleições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desta vez, o Ministério de Minas e Energia disse à Aneel que postergar as próximas decisões tarifárias “permitirá a adequada conclusão das análises e a eventual consideração de medidas que possam contribuir para uma solução mais equilibrada.”&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministério de Alexandre Silveira enviou um ofício à agência em que diz estar “buscando soluções que preservem o equilíbrio regulatório sem impor ônus excessivo à população.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Virou moda,” disse Raphael Gomes, sócio do escritório Lefosse Advogados, lembrando que houve diversas tentativas de conter as tarifas desde 2012, no Governo Dilma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Qualquer empréstimo agora volta lá na frente como encargo ou tarifa, como foi em ocasiões anteriores,” disse o CEO da consultoria PSR, Luiz Barroso. “Não tem almoço grátis.”&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A íntegra da reportagem está disponível <a href="https://braziljournal.com/governo-busca-jeitinho-pra-segurar-a-conta-de-luz-mas-nao-existe-almoco-gratis/">aqui</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Brasil Journal</p>



<p class="wp-block-paragraph">30/03/26</p>
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