Lâmpadas de LED: eficiência com competitividade
O Ministério de Minas e Energia aprovou regulamentação exigindo níveis mínimos de eficiência energética para lâmpadas e luminárias de LED. Trata-se da primeira regulamentação nacional do tipo, e a expectativa é gere uma economia acumulada de até 432 TWh até 2040, um volume de energia suficiente para abastecer cerca de 14 milhões de residências no mesmo período.
O avanço dos níveis de eficiência energética de equipamentos como lâmpadas é essencial para os consumidores economizarem eletricidade, reduzirem seus gastos com o insumo e, ao mesmo tempo, o país diminuir os impactos ambientais da geração de energia.
Mas é preciso cautela para que medidas nessa direção não tenham o efeito contrário. Ou seja, pressionem os gastos dos consumidores com suas instalações elétricas sem que isso se traduza em economia proporcional de energia.
Também é necessário que essas medidas não reduzam ainda mais a competitividade dos produtores brasileiros na comparação com similares importados.
Por isso, tanto no caso das instalações elétricas de consumidores de porte relativamente grande – como shopping centers, mercados e hospitais – como de fabricantes pode ser o caso de o país estudar linhas de financiamento atrativas para viabilizar os investimentos.

