Cresce o interesse de empresas brasileiras em ter operação industrial no Paraguai
Empresas brasileiras de diferentes setores instalaram unidades fabris no Paraguai nos últimos anos e, agora, um número crescente de companhias tem se informado e avaliado seguir o mesmo movimento.
O Regime de Maquila paraguaio, de tributação simplificada, e encargos trabalhistas mais baixos despertaram o interesse de grupos nacionais, que enxergam no país vizinho a chance de recuperar margens e se tornar mais competitivos, também influenciados pelo fim de incentivos fiscais previsto na reforma tributária.
O Grupo Wyda, conhecido fabricante brasileira de embalagens de papel alumínio e filme de PVC, e a Fadel, empresa de logística e transporte rodoviário de cargas, controlada da JSL, chegaram ao Paraguai em 2019 e estão no grupo dos que operam no país vizinho há mais tempo. Lupo e Döhler, do setor de confecção e vestuário brasileiro, são casos mais recentes.
Entre os que avaliam seguir o movimento estão Adere, fabricante de fitas adesivas; Proeletronic, de eletrônicos para televisores, conversores e roteadores; e Bralyx, de máquinas e equipamentos para a indústria alimentícia.
“Ambiente econômico e político mais estável [que nos países vizinhos] e custos mais baixos de energia, mão de obra e fiscal têm atraído muitas empresas brasileiras interessadas em se instalar no país”, disse Flavio Deganutti, presidente da Paracel.
Confira aqui a íntegra da reportagem.
Valor Econômico, 10/07/26

